Tampão: uma das ferramentas do químico. Nem é preciso falar da sua importância. Mas, no dia-a-dia, como eu preparo um certo tampão? Com a internet, hoje podemos consultar qualquer assunto inclusive tampão. Então, onde podemos encontrar receitas de tampão? Nesse post eu selecionei alguns links interessantes e úteis.
Na wikipedia há um texto sobre solução tampão e contendo vários links para assuntos relacionados. Um bom lugar para recordar alguns conceitos.
Encontrei esse link falando da preparação e dando algumas dicas. No fim do artigo, poderemos encontrar links onde há receitas de tampão.
Para os mais apressados, dou dois links (aqui e aqui) (com o mesmo conteúdo). Neles encontraremos uma página contendo um java-script que permite escolher alguns dos principais tampões. O script permite escolher qual é o tampão de interesse, volume, concentração, força iônica e pH.
Já nesse encontraremos uma lista separada por faixas de pH.
Caso alguém conheça mais algum e queira colocar nos comentário, será de utilidade para outras pessoas.
Buffer Recipes
http://www.chemsoc.org/exemplarchem/entries/2003/leeds_chromatography/chromatography/buffer.htm
http://www.liv.ac.uk/buffers/buffercalc.html
Buffer Solution
http://en.wikipedia.org/wiki/Buffer_solution
Buffer Preparation — Hints, Tips and Common Errors
http://www.lcgceurope.com/lcgceurope/CE+Currents/Buffer-Preparation-mdash-Hints-Tips-and-Common-Err/ArticleStandard/Article/detail/414751
Preparation of pH buffer solution
http://delloyd.50megs.com/moreinfo/buffers2.html
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
domingo, 27 de janeiro de 2008
Vídeos científicos e TV pela internet
Sem dúvida, o youtube é um fenômeno em termos de divulgação de vídeos. Ela vai além do formato texto tradicional. É possível encontrar todo tipo de material, inclusive material científico.
Uma nova forma de divulgação científica que se mostra muito ilustrativa é de artigos na forma de vídeos. Um site interessante sobre esse conceito é o JoVE (Journal of Visualized Experiments), voltado para a área biológica. A qualidade dos vídeos é excelente. Os vídeos são divididos em tópicos, o que facilita a sua visualização.
Outra proposta mais geral é o SciVee. Na verdade, essa é uma IPTV (tevê pela internet) com uma proposta de divulgação científica.
A própria USP tem o seu projeto de IPTV chamada de IPTV-USP. A tevê tem o objetivo de colocar à disposição da comunidade todo conteúdo acadêmico produzido internamente. A USP é a primeira instituição da América Latina a contar com o serviço. Os vídeos serão postados sob demanda ao vivo e com horário pré definido. O serviço será gratuíto e aberto ao público. O projeto encontra-se ainda em desenvolvimento, portanto em estado experimental.
Mais um requisito desejável para o pesquisador: ser videomaker.
fontes:
USP estréia IPTV
http://www.rnp.br/noticias/imprensa/2007/not-imp-070921.html
Uma nova forma de divulgação científica que se mostra muito ilustrativa é de artigos na forma de vídeos. Um site interessante sobre esse conceito é o JoVE (Journal of Visualized Experiments), voltado para a área biológica. A qualidade dos vídeos é excelente. Os vídeos são divididos em tópicos, o que facilita a sua visualização.
Outra proposta mais geral é o SciVee. Na verdade, essa é uma IPTV (tevê pela internet) com uma proposta de divulgação científica.
A própria USP tem o seu projeto de IPTV chamada de IPTV-USP. A tevê tem o objetivo de colocar à disposição da comunidade todo conteúdo acadêmico produzido internamente. A USP é a primeira instituição da América Latina a contar com o serviço. Os vídeos serão postados sob demanda ao vivo e com horário pré definido. O serviço será gratuíto e aberto ao público. O projeto encontra-se ainda em desenvolvimento, portanto em estado experimental.
Mais um requisito desejável para o pesquisador: ser videomaker.
fontes:
USP estréia IPTV
http://www.rnp.br/noticias/imprensa/2007/not-imp-070921.html
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
KaikaLib - Biblioteca livre para microcontroladores AVR
Existem muitos projetos livres disponíveis na rede para os mais diferentes fins. Dentre eles, os que mais me chamam a atenção, são os projetos e bibliotecas para microcontroladores. Já fiz muito uso desses projetos, tanto para estudo como para meus próprios projetos. No entanto, sentia-me cobrado em dar a minha contribuição. Assim sendo, disponibilizei um conjunto modesto de bibliotecas livres, escritos em C, para a família ATmega da Atmel. Ela chama-se KaikaLib e é uma extensão do projeto Procyon AVRLib de Pascal Stang.
Esse pequeno projeto que disponibilizei está hospedado no Code Google, um serviço para hospedagem de projetos de licença livre. Ele é mais simples de ser administrado em relação a um SourceForge ou um Savannah. Possui o serviço de controle de versões de software Subversion, um Wiki, para desenvolvimento colaborativo de documentação, e espaço para escrever uma página usando formatação do tipo Wiki.
A documentação do código fonte foi feita usando o programa doxygen. Ele se parece com o Javadoc. A idéia é usar tags dentro dos comentários que o programa interpreta e gera a documentação, por exemplo em html. Um link para a documentação on-line está na prágina principal do projeto.
O anúncio do realese da primeira versão foi feito através de um registro no site AVRFreaks, especializado em projetos e bibliotecas para a família AVR.
Já é possível encontrar o projeto usando o engine de busca do Code Google como do próprio Google.
O acompanhamento dos acessos tenho feito usando o Google Analytics, que gera relatórios bem detalhados dos acessos. O mais interessante é o mapa mostrando as cidades do mundo de onde vem os acessos.

Esse projeto, apesar de trabalhoso, é muito prazeroso. No entanto, não se encontra terminado. Exige manutenção e atualizações.
No 14 Encontro Nacional de Química Analítica, ENQA, realizado em João Pessoa, PB, em outubro de 2007, o prof. Ivano G. R. Gutz levantou a importância de novas formas de se avaliar a relevância de um projeto que não seja os tão conhecidos índices de impacto dos sites de pesquisa de publicações. A citar, o CurtiPot , programa livre (freeware) para simulação e análise de curvas de titulação potenciométrica, cálculos de pH e equilíbrios ácido-basedo, do prof. Gutz, possui um elevado page rank. Isso mostra que as formas de divulgação científica estão ficando mais complexas. Discorrerei futuramente sobre o assunto de forma mais detalhada.
Esse pequeno projeto que disponibilizei está hospedado no Code Google, um serviço para hospedagem de projetos de licença livre. Ele é mais simples de ser administrado em relação a um SourceForge ou um Savannah. Possui o serviço de controle de versões de software Subversion, um Wiki, para desenvolvimento colaborativo de documentação, e espaço para escrever uma página usando formatação do tipo Wiki.
A documentação do código fonte foi feita usando o programa doxygen. Ele se parece com o Javadoc. A idéia é usar tags dentro dos comentários que o programa interpreta e gera a documentação, por exemplo em html. Um link para a documentação on-line está na prágina principal do projeto.
O anúncio do realese da primeira versão foi feito através de um registro no site AVRFreaks, especializado em projetos e bibliotecas para a família AVR.
Já é possível encontrar o projeto usando o engine de busca do Code Google como do próprio Google.
O acompanhamento dos acessos tenho feito usando o Google Analytics, que gera relatórios bem detalhados dos acessos. O mais interessante é o mapa mostrando as cidades do mundo de onde vem os acessos.

Esse projeto, apesar de trabalhoso, é muito prazeroso. No entanto, não se encontra terminado. Exige manutenção e atualizações.
No 14 Encontro Nacional de Química Analítica, ENQA, realizado em João Pessoa, PB, em outubro de 2007, o prof. Ivano G. R. Gutz levantou a importância de novas formas de se avaliar a relevância de um projeto que não seja os tão conhecidos índices de impacto dos sites de pesquisa de publicações. A citar, o CurtiPot , programa livre (freeware) para simulação e análise de curvas de titulação potenciométrica, cálculos de pH e equilíbrios ácido-basedo, do prof. Gutz, possui um elevado page rank. Isso mostra que as formas de divulgação científica estão ficando mais complexas. Discorrerei futuramente sobre o assunto de forma mais detalhada.
Marcadores:
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
ResearcherID - o RG científico
A algum tempo atrás o prof. Claudimir L. do Lago, Instituto de Química da USP, levantou o problema de homônimos em publicações científicas. Como provar que um determinado trabalho é efetivamente de uma certa pessoa e não de um homônimo?
Um problema muito comum é como abreviar um nome para uma publicação. Por exemplo, ele mesmo me disse que seu sobre nome já foi codificado como Lago, do Lago e doLago.
Outro problema é a forma de se referenciar a uma pessoa: pelo nome ou pelo sobrenome? Em algumas culturas, como nas orientais, o nome da família vem na frente do nome por ser mais importante. Isso causa confusão.
Outro ainda é de mesma escrita mas com pronúncias diferentes. Isso ocorre com nomes chineses.
Perante esses problemas, e outros ainda, surgiu o ResearcherID. Basicamente, é um cadastro de um pesquisador onde ele possui um ID único. Esse número permite identificar o pesquisador e fornecer informações sobre suas linhas de pesquisa, interesses, especialidades e publicações. Esse é mais um serviço da Thomson Corporation (a mesma empresa que está por trás do WebOfScience).
O serviço ainda não está aberto a todos. Somente através de convites. Vamos aguardar a sua popularização.
Um problema muito comum é como abreviar um nome para uma publicação. Por exemplo, ele mesmo me disse que seu sobre nome já foi codificado como Lago, do Lago e doLago.
Outro problema é a forma de se referenciar a uma pessoa: pelo nome ou pelo sobrenome? Em algumas culturas, como nas orientais, o nome da família vem na frente do nome por ser mais importante. Isso causa confusão.
Outro ainda é de mesma escrita mas com pronúncias diferentes. Isso ocorre com nomes chineses.
Perante esses problemas, e outros ainda, surgiu o ResearcherID. Basicamente, é um cadastro de um pesquisador onde ele possui um ID único. Esse número permite identificar o pesquisador e fornecer informações sobre suas linhas de pesquisa, interesses, especialidades e publicações. Esse é mais um serviço da Thomson Corporation (a mesma empresa que está por trás do WebOfScience).
O serviço ainda não está aberto a todos. Somente através de convites. Vamos aguardar a sua popularização.
Extensões para o OpenOffice.org
Um dos programas mais importantes para o dia-a-dia de trabalho de uma pessoa é um pacote do tipo Office (editor de texto, planinha de cálculo e programa para apresentação). O mais conhecido é, sem dúvida, o M$-Office. Por outro lado, a qualidade de vários softwares livres é inquestionável. Dentre eles, o OpenOffice.org. Um recurso que o torna tão flexível é a possibilidade de instalarmos extensões dando funcionalidades adicionais aos programas. Mas, onde podemos encontrar tais extensões? Uma grande ajuda para os usuários é disponibilizá-las em um repositório.
OpenOffice.org2GoogleDocs - Importa e Exporta arquivos do OOo para o GD e vice-versa.
http://extensions.services.openoffice.org/project/ooo2gd
SVG Import - Importa e permite exibir imagens vetoriais do tipo SVG (Scalable Vector Graphics).
http://extensions.services.openoffice.org/project/svgimport
Language Tool - Ferramenta de correção gramatical para inglês, alemão, polonês e outras (já mencionada nesse blog).
http://extensions.services.openoffice.org/project/languagetool
http://kemio.blogspot.com/2007/11/correo-gramatical-no-openofficeorg.html
Mais um bom motivo para você ser livre.
OpenOffice.org Repository Extensions
http://extensions.services.openoffice.org/
OpenOffice.org
http://www.openoffice.org/
BROffice.org - Versão do OpenOffice.org totalmente traduzida para o português brasileiro.
http://broffice.org/
O projeto OpenOffice.org Extensions é um respositório onde podemos encontrar várias extensões interesantes. É possível efetuar pesquisas de diferentes formas sobre as extensões disponíveis. Dentre elas, as que mais me chamaram a atenção foram:
OpenOffice.org2GoogleDocs - Importa e Exporta arquivos do OOo para o GD e vice-versa.
http://extensions.services.openoffice.org/project/ooo2gd
SVG Import - Importa e permite exibir imagens vetoriais do tipo SVG (Scalable Vector Graphics).
http://extensions.services.openoffice.org/project/svgimport
Language Tool - Ferramenta de correção gramatical para inglês, alemão, polonês e outras (já mencionada nesse blog).
http://extensions.services.openoffice.org/project/languagetool
http://kemio.blogspot.com/2007/11/correo-gramatical-no-openofficeorg.html
Mais um bom motivo para você ser livre.
OpenOffice.org Repository Extensions
http://extensions.services.openoffice.org/
OpenOffice.org
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BROffice.org - Versão do OpenOffice.org totalmente traduzida para o português brasileiro.
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